Nacional

Resenha Botecar: festa de encerramento do festival agita Parque das Mangabeiras

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Banda do Síndico cantou sucessos da carreira de Tim Maia – Foto: André Correia

Realizada no último sábado (23), a festa de encerramento do Festival Botecar 2015 reuniu 4 mil pessoas no estacionamento do Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte. O evento contou com a presença de 30 dos 55 estabelecimentos participantes e teve ainda as apresentações da Banda do Síndico – formação que reúne alguns dos músicos que tocaram com Tim Maia na antiga Vitória Régia – do Bloco Chama o Síndico, Sarau Brasileiro e do Grupo Matraca.

Além de celebrar a culinária mineira, o Resenha Botecar revelou os vencedores do concurso de Melhor Prato e ‘Chefia Camarada’. O primeiro lugar desta edição ficou com o Boteco da Carne e o prato “Divino Adão e Eva no Paraíso”, que buscou inspiração em Divinópolis. Composto de Carré de porco, acompanhado de purê de mandioca e paçoca de carne de sol com geleia de pimenta, o prato do bar localizado no Lourdes recebeu as melhores notas desta edição. (mais…)

Coletivos de BH operam com “ocupação dentro da média de capacidade”, segundo BHTrans

Na prática, passageiros encontram ônibus lotados e têm que se apertar para não esperar mais tempo nos pontos

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Dezenas de passageiros se espremem de forma desconfortável nos ônibus da capital – Foto: André Correia

Tema de constantes discussões, a mobilidade urbana nas metrópoles é um desafio para as autoridades e um problema para os moradores destes grandes centros. Apesar das promessas de melhoria para a Copa do Mundo, realizada no ano passado, que deveriam servir de legado para a população, muitos problemas ainda ocorrem no dia a dia dos usuários de ônibus de Belo Horizonte. Atrasos nos ônibus e veículos superlotados, que passam direto pelos pontos, são dois exemplos enfrentados diariamente pela população da capital mineira.

Linhas que passam em importantes vias, como a Avenida Raja Gabaglia, a Rua São Paulo e Avenida Amazonas, têm diversas reclamações deste tipo. Nos pontos, a linha 4110 (Belvedere/Dom Cabral) é uma das mais comentadas. A linha atende usuários que voltam da Faculdade Milton Campos e do BHShopping e que estão indo em direção à PUC Minas Coração Eucarístico, passando pela Avenida Álvares Cabral e pelo Shopping Cidade. Porém, o intervalo de 10 a 14 minutos informado pela BHTrans para as faixa de horário entre 18 e 19 horas não é suficiente para atender ao grande número de passageiros nos pontos.

Usuários se antecipam na hora de dar o sinal, por receio de ser ignorados pelos motoristas - Foto: André Correia

Usuários se antecipam na hora de dar o sinal, por receio de serem ignorados pelos motoristas – Foto: André Correia

A jornalista Cristina Costa, moradora do bairro Padre Eustáquio, usa a linha 4110 todos os dias para ir e voltar do trabalho e já conhece todas as reclamações. “A linha deixa a desejar porque, geralmente, atrasa muito. Nem sempre eu consigo pegar o ônibus no mesmo horário, às vezes atrasa 15 minutos, e isso faz diferença para quem tem um compromisso”. Ela destaca ainda que o retorno para casa é a pior parte, pois no horário da noite os coletivos passam lotados, fazendo com que os usuários tenham que esperar ainda mais no ponto. “Já cheguei a ficar uma hora no ponto para conseguir entrar e muitas vezes não tem lugar pra sentar, ai é aquele desconforto”, aponta.

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Família de bebê sem intestino cria campanha de arrecadação

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Sueide Gomes, mãe de Pedrinho, mostra a camiseta criada para a campanha. Foto: André Correia

Pedro Gomes Oliveira, o Pedrinho, nasceu no dia 14 de julho de 2014 em Eunápolis (BA), e logo no segundo dia de vida foi diagnosticado com a Síndrome do Intestino Curto (SIC), má formação que ocorre na gestação e que resulta em intestinos com tamanho reduzido, pouca circulação sanguínea e funcionamento inadequado. O caso de Pedrinho foi ainda mais grave. Seu intestino necrosou e precisou ser removido em uma cirurgia. O bebê teve que ser transferido para o CTI do Neo Center do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (MG), e desde então está sob acompanhamento pediátrico constante.

Sua família criou uma campanha de arrecadação para custear um transplante de intestino, que é realizado apenas nos Estados Unidos, com custo aproximado de US$ 1 milhão (R$ 3 milhões). Pedrinho está completando oito meses e vive uma luta diária pela sobrevivência.

Toda a nutrição de Pedrinho é feita de forma parenteral, onde os alimentos e medicamentos são administrados de forma intravenosa, e vários exames são feitos a cada dia para acompanhar sua evolução. A sua situação o leva a ter uma sensibilidade na pele, entre outras complicações. (mais…)